carneiro

Alberto Carneiro /// Momentos / Fragmentos / Analogias.

A escultura é a minha existncia.
Trabalho com as matérias da terra e do corpo - do espao e do tempo. Maio, 1975

Teorizo para superar a própria obra e poder inventá-Ia de novo. Busco cada nova obra pelo aprofundamento e transformação das ideias que ela me vai suscitando.
A obra revela-se: encontro-Ihe as diferenas e verifico que a exemplaridade não Ihe serve. Afinal, a obra é eternidade e as teorias circunstâncias.
Setembro, 1985

A condição conceptual da obra decorre das suas invariantes projectadas sobre os diferentes âmbitos da sua comunicação, enquanto mutação de tempos e criação de lugares. Junho, 1980

A arte é um artificio e poderíamos ainda dizer, pensando no percurso que o homem fez desde a caverna, por tudo o que ele inventou para dominar e ser, que o artificial é o natural do homem, a sua verdadeira natureza. Abril, 1979

Renovemos o comportamento estético pela revolução ética da coisa artística e retiremos as palavras a quem pretenda a neutralidade para os nossos acto.
Fevereiro, 1976

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