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David Barro /// O iconoclasta vice-versa da escultura. São muitas as ocasiões
onde derrubar é um indício de avano,única hipótese
ou canalização do futuro. Assim, as ditaduras –não
somente a pictóricca e a esculptórica– se formalizam
em massivas performances de derrubada de uma estátua siginificativa
de um poder, uma iconoclastia colectiva que parece inevitável.
Falamos da queda de um sistema, de uma ordem instituída. Falamos
de um campo expandido somente possível desde essa idéia
indiscutível
de poder que emana da estátua, como enfatizado por Rosalind
Krauss em seu Caminhos da Escultura Moderna. |