Matt Mullican /// Entrar na imagem

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"(...) No dia seguinte, ao lembrar-me desta experiência apercebi-me realmente da alternância entre o ele/ser e o ele/objecto. Ele parecia triste, bêbedo, parecia um sem-abrigo. Parecia muito bem, cheirava muito mal, coberto de crostas e com a sua superfície a descamar (podia ser feito de pedra). Descrevíamos o corpo da cabeça aos pés, da cabeça aos pés, numa forma natural de conversar sobre a experiência. Esta condição de ser ele-ser ou ele-objecto é exactamente a mesma coisa que se verifica com a figura de traços lineares, e que é o sujeito-objecto. Estamos sempre a distinguir os dois. Quando alguém faz uma escultura, podemos identificar a escultura de acordo com o material usado ou com aquilo que o material representa. É clássico. É uma questão filosófica básica. Mas no caso da pessoa morta e com a pessoa; é lógico dizer o/ele; isto é, objecto-pessoa. Você é apenas uma máscara ou é um indivíduo? E desta maneira esta área tem uma sobrecarga política.(...)"

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